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Segurança no condomínio: 5 dicas de prevenção!


A tecnologia avança a cada dia e uma das suas utilidades é ajudar a melhorar a segurança no condomínio. Afinal de contas, cercas elétricas, câmeras, alarmes, blindagem, sensores e sistemas de monitoramento são algumas ferramentas que auxiliam nisso. Em um cenário de intensa violência urbana no Brasil, isso proporciona uma tranquilidade aos moradores e colaboradores, não é mesmo?

Porém, de nada adianta contar com os aparatos tecnológicos se os funcionários e moradores não estiverem capacitados para lidar com os equipamentos e adotar posturas preventivas no dia a dia. Pensando nisso apresentaremos neste post dicas de prevenção. Elas ajudarão a garantir a segurança do seu edifício. Vamos lá?

1. Selecionar os funcionários

Sem dúvida, trata-se de um dos passos mais importantes para assegurar a segurança no condomínio. Não adianta economizar e contratar pessoas com pouco conhecimento e pagar menores salários.

O profissional deve ter uma noção de como funcionam os procedimentos realizados nos edifícios. Entre eles estão fazer cadastro de visitantes, tomar decisões e seguir normas. É importante, também, avaliar com atenção o salário e os benefícios oferecidos aos porteiros. Vale a pena oferecer boas condições de trabalho e remuneração adequada aos funcionários mais preparados.

2. Treinamentos periódicos

Também é fundamental oferecer treinamentos constantemente (a cada seis meses, pelo menos) aos moradores e funcionários, porque os criminosos sempre mudam as táticas e a equipe de segurança não pode se acomodar.

Agora você deve estar se perguntando: qual deve ser o conteúdo do treinamento? Ele varia de acordo com as necessidades do condomínio. Isso depende de alguns fatores como as características do prédio, a localização, o número de torres e apartamentos.

Além desses fatores, é importante incluir alguns tópicos no treinamento dos porteiros. Entre eles estão o uso de equipamentos, cumprimento de normas e procedimentos, segurança da informação e como identificar comportamentos suspeitos de criminosos.

Em relação aos moradores, o treino deve ser focado na orientação destinada ao cumprimento das normas. Eles precisam compreender que, se resolveram morar em condomínio, é necessário acatar as regras e ressaltar que poderão sofrer punições caso haja descumprimento.

3. Regulamento interno

Primeiramente é feito o diagnóstico da situação do condomínio. A partir disso, pode ser feito o regulamento interno do local. Nessa etapa são recomendadas medidas de precaução e elaboradas as normas internas. Os objetivos delas são adotar medidas de prevenção e facilitar a convivência entre todas as pessoas do edifício.

4. Conselho de segurança

Ainda, é muito importante implementar um conselho especializado no assunto. Isso porque a comissão se dedicará a pensar em maneiras e estratégias com a intenção de garantir a segurança no condomínio.

5. Teste do esquema de segurança

Após todas as medidas adotadas, chega-se o momento de testar o sistema. Essa ação é indicada para simular situações, de forma periódica, de tentativas de invadir o local para testar a equipe e o esquema. O objetivo disso é preparar o time para agir de maneira adequada nas situações de perigo e evitar falhas.

As novas tecnologias ajudam na segurança. Porém, de nada adianta contar com todo o aparato tecnológico se os moradores e funcionários não estiverem preparados para lidar com isso. Por esse motivo, é importante selecionar colaboradores preparados, oferecer treinamentos periodicamente e definir medidas de prevenção com o objetivo de evitar situações desagradáveis, como invasões e furtos.

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